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Teoria dos Mundos Escaláveis Multi-Dimensionais

(In English)

Por Dr. Fortunato Da COSTA in Theory of Multi-Dimensional Scalable Worlds *

"Quando estará o Homem pronto para perceber que o seu Tempo, não é o Tempo do Universo?"

Princípio I – O Principio da Anti-Utopia:

A Civilização Humana não é o Centro do Universo. Os Humanos não são uma espécie superior acima da Natureza nem de todas as outras espécies. Não temos o direito de comprometer a evolução da Natureza nem das outras espécies. E, tão pouco, devemos considerar que o referencial relativo Espaço-Tempo da Espécie Humana seja o referencial Espaço-Tempo absoluto do Universo.

Princípio II – Empírico – relação entre Entidade e Escala de Mundo:

No Universo, cada Entidade (constelação, estrela, planeta, animal, vegetal, micro organismo, molécula, …) pertence à sua própria ESCALA DE MUNDO que partilha duas grandezas principais: a ESCALA DE VIDA (Escala de Tempo de Vida) e a ESCALA DE ESPAÇO (Escala de Tamanho) da Entidade.

Princípio III – Empírico – o princípio da plenitude:

Cada Entidade particular, na sua Escala de Espaço (Escala de Tamanho), possui tudo aquilo que é necessário para concretizar a sua vida. E na sua Escala de Tempo (Escala de Tempo de Vida) possui o tempo suficiente para, também, completar o seu ciclo de vida com sucesso.

Princípio IV – Empírico – existência de Escalas de Mundos:

Conforme a Escala de Mundo da espécie humana existe um número indeterminado de Escalas de Mundos menores, abaixo de nós – microorganismos, moléculas, átomos, … – e um número indeterminado de Escalas de Mundos maiores, acima de nós – planetas, estrelas, constelações, ....

Princípio V – Empírico – relação entre o Tempo e o Espaço:

A Escala de Vida é directamente proporcional à Escala de Espaço. Quanto menor for a Escala de Espaço, menor será a respectiva Escala de Vida duma Entidade.

A natureza mostra claramente que existe uma relação entre Escalas de Vida e Escalas de Espaço – a observação empírica demonstra que o período de vida absoluto de um planeta é muito superior ao de um ser humano. E que o período absoluto de vida de um humano é muito superior ao de uma borboleta – então, existe uma evidente e empírica relação entre o Tempo e o Espaço que nós humanos não observamos e, tão pouco, consideramos cientificamente.

Exemplo de uma fórmula empírica que pode ser aplicada a mamíferos:

Escala_de_Vida = K x Escala_de_Espaço
( K ~ 30 anos/metro para mamíferos )

Princípio VI – Existência da aceleração do Tempo no Zoom In e no Zoom Out:

Porque o Tempo corre mais depressa em Escalas de Mundos mais pequenas e mais devagar em Escalas de Mundos maiores – provado por evidência científica empírica – podemos afirmar que: a ACELARAÇÃO TEMPORAL não é zero, a Aceleração do Tempo Existe! O TEMPO difere de Escala de Mundo para Escala de Mundo:

• ACELARAÇÃO TEMPO > 0 se vamos para Escalas de Mundos menores, Zoom In;
• ACELARAÇÃO TEMPO < 0 se vamos para Escalas de Mundos maiores, Zoom Out;
• ACELARAÇÃO TEMPO=0, se estabilizarmos numa Escala de Mundo.

Exemplo: A visão humana não consegue observar ao pormenor os movimentos de dança de uma pequena ave-do-paraíso, mas a parceira fêmea dessa ave... PODE! Isto significa que os animais pertencendo a Escalas de Mundos menores estão adaptados pela natureza aos seus respectivos referenciais específicos – onde o tempo corre mais depressa e em espaços menores – com Escalas de Vida e Escalas de Espaço também mais reduzidos.

Princípio VII – Empírico – Fazemos parte de Escalas de Mundos maiores e mais lentas:

A Escala de Mundo da espécie humana é simplesmente parte de Ciclos de Vida de outras Entidades pertencendo a Escalas de Mundos muito maiores – o Planeta Terra, o Sistema Solar, … – onde o tempo corre muito, muito mais lentamente, deixando-nos confusos acerca do real objectivo dos seus ciclos de vida. Mas, os seus ciclos de vida não são muito diferentes do nosso, eles também têm de transportar a energia e a matéria recebida de Mundos de Escalas superiores para os seus, internos, Escalas de Mundos menores, assim eles também nascem, multiplicam-se e morrem.

Princípio VIII – a velocidade da luz (C) não é constante através de Escalas de Mundos:

A velocidade da luz (C) não é constante; difere de ESCALA DE MUNDO para ESCALA DE MUNDO.

Aplicando a teoria de que o Tempo corre mais rápido ( ACELARAÇÃO TEMPORAL > 0 ) quando nos movemos para ESCALAS DE MUNDOS menores, Zoom In, ou de que o Tempo corre mais devagar ( ACELARAÇÃO TEMPORAL < 0 ) quando nos movemos para ESCALAS DE MUNDOS maiores, Zoom Out, a velocidade da luz criada em referenciais de tempo de ESCALAS DE MUNDOS maiores será muito diferente da velocidade dessa luz quando medida num referencial de tempo de ESCALAS DE MUNDOS menores.

De facto, na ESCALA DE MUNDOS da espécie humana consideramos que a velocidade da Luz Solar viaja a cerca de 300 000 Km/s (porquê 300 000 Km/s e não 301 000 Km/s? Parece ser um número demasiado exacto para ser considerado fisicamente credível) mas essa mesma Velocidade da Luz será muito mais rápida se medida num referencial de tempo de uma Escala de Mundos maior, como por exemplo a da Estrela Sol, e será muito mais lenta se medida em Escalas de Mundos menores, como as dos insectos, por exemplo, onde o tempo corre mais depressa porque eles só têm alguns dias solares de tempo de vida.

Na Escala de Mundos Humana medimos as distâncias do macro cosmos usando a unidade: Anos-luz, mas o Princípio da Aceleração do Tempo no Zoom In e no Zoom Out prova que, relativamente, a Luz viaja muito mais depressa em Escalas de Mundos maiores e mais lentamente em Escalas de Mundos menores. Isto leva-nos a uma conclusão curiosa: os nossos cálculos das distâncias cósmicas pode não estar correcto, porque consideramos que a velocidade da luz criada por fontes em ESCALAS DE MUNDOS maiores é também de 300 000 Km/s, exactamente a mesma velocidade determinada por nós na nossa pequena ESCALA DE MUNDO.

As distâncias cósmicas são muito diferentes das que temos vindo a calcular e o conceito de que o Universo é finito só existe na ESCALA DE MUNDO da nossa dimensão humana, porque se nos transpusermos para Mundos multi-dimensionais, o Universo Multi-dimensional será então, provavelmente, infinito na percepção da nossa ESCALA DE MUNDO.

Princípio IX – o princípio da Congruência científica:

Todas as teorias das Ciências Físicas – Teoria da Relatividade de Einstein, Física Cósmica, Física Clássica de Newton, Física das Partículas, Física Quantica, … – encontram incongruências quando tentam explicar fenómenos em ESCALAS DE MUNDOS diferentes daquelas para as quais foram criadas originalmente porque, simplesmente, todas elas consideram que o Tempo Absoluto do Universo é o TEMPO do Referencial Relativo da ESCALA DE MUNDO ((ESCALA DE VIDA e ESCALA DE ESPAÇO) da espécie humana na Terra.

Com efeito, a ligação racional entre todas as Teorias das Ciências Físicas é precisamente considerar que a ACELERAÇÃO TEMPORAL não é 0, isto significa que o TEMPO corre mais depressa em ESCALAS DE MUNDOS menores e mais devagar nas ESCALAS DE MUNDOS maiores, simplesmente porque existe uma clara relação entre a Escala de Tempo e a Escala de Espaço que a natureza nos mostra como uma evidência clara e que nós não consideramos cientificamente.

Assim, todas as presentes Teorias das Ciências Físicas poderiam ser aplicadas em ESCALAS DE ESPAÇOS diferentes se ajustadas com o facto de que a ACELARAÇÃO TEMPORAL > 0 quando nos movemos para ESCALAS DE MUNDOS menores e ACELARAÇÃO TEMPORAL < 0 se nos movermos para fora para ESCALAS DE MUNDOS superiores.

Princípio X – Empírico – Existência de Mundos Multi-dimensionais Imaginários:

Na geometria de Euclides, se nos considerarmos um ponto num plano, só conseguimos observar uma linha: isto significa que se formos um ponto num mundo bidimensional, só conseguimos percepcionar uma dimensão.

A mesma regra pode ser extrapolada para se perceber que se formos uma Entidade numa Escala de Mundos a quarto dimensões (X, Y, Z, and Tempo) haverá, pelo menos, uma outra dimensão extra que não conseguimos perceber ou detectar a sua existência, porque não é possível percepcioná-la a partir da Escala de Mundo a que pertencemos. Somente utilizando o número complexo imaginário i=(-1) ½ é possível definer matematicamente essa dimensão imaginária a partir da Escala de Mundo à qual pertencemos.

Isto leva-nos a concluir que os Mundos multi-dimensionais existem e que nos fazemos parte desses Mundos Multi-dimensionais onde existe, pelo menos, mais uma dimensão extra que não conseguimos percepcionar, porque ela é imaginária para nós: i=(-1) ½.

Princípio XI – Empírico – O princípio da existência de dimensões imaginárias:

Porque tem o Planeta Terra de alterar as suas rotinas de rotação? Porque existem Forças Gravitacionais que deveriam aproximar o macrocosmo mas, pelo contrário, o cosmos está em expansão? Como poderemos justificar fenómenos científicos que não compreendemos? Obviamente existe, pelo menos, uma dimensão imaginária extra da qual não nos apercebemos a partir da nossa Escala de Mundo (X, Y, Z, e Tempo) que relaciona as diferentes ESCALAS DE MUNDOS MULTI-DIMENSIONAIS superiores e inferiores à Escala de Mundo da Espécie Humana. E não é a agora chamada Matéria Negra, ou a Energia Negra, ou a “Magia Negra” que irá justificar o que não vemos ou compreendemos. TEMOS de aceitar o Princípio da Dimensão Extra e introduzir a dimensão imaginária i=(-1)½ nos modelos matemáticos para então justificarmos a existência de Matéria Imaginária (iM) e Energia Imaginária (iE) para melhor compreendermos os modelos cósmicos do Universo.

Princípio XII – Transposição Dimensional:

Einstein relacionou o Tempo de um Referencial Relativo (t’) com o Tempo de um Referencial Absoluto (t), através da velocidade (V) do referencial relativo em relação ao referencial absoluto:

t’ = t . ( 1 – V2/C2 ) ½

c – Velocidade da Luz e onde V não pode ser igual ou superior a C

Com efeito, a velocidade do Referencial Relativo (V) pode ser muitas vezes superior à velocidade da luz (C). O que acontece simplesmente é que enfrentamos a uma raiz quadrada de um número negativo na fórmula, o número imaginário complexo i=(-1) ½

Por exemplo, se:

v=2.C => t’ = t . ( – 3 ) ½ <=> t’ = t . (–1 ) ½ . ( 3 ) ½ <=> t’ = t . i . ( 3 ) ½

Isto, logicamente, leva-nos a concluir que se V > C então transpomo-nos para uma Escala de Mundo que inclui a anterior. De facto, nós, simplesmente, adicionámos uma outra dimensão imaginária (i) ao nosso referencial relativo anterior. E essa dimensão é só imaginária na perspectiva do nosso referencial relativo, porque na ESCALA DE MUNDO superior... essa dimensão é, matematicamente e fisicamente, uma dimensão real.

Principlo XIII – Empírico – Inteligência Relativa e Perspectiva Relativa:

Poderemos perguntar a um humano cego de nascença, porque é que o mar é azul? Se a Entidade não conseguir percepcionar a dimensão cor da atmosfera, porque não é uma Dimensão Real na sua Escala de Mundo, não será possível para ela justificar esse fenómeno. Essa Entidade somente poderá encontrar uma explicação se for capaz de criar um modelo matemático onde a cor do céu for introduzida como uma dimensão imaginária i = (-1) ½.

Portanto, temos de introduzir dois novos conceitos: a Perspectiva Relativa e a Inteligência Relativa.

PERSPECTIVA RELATIVA é o conjunto de Dimensões Reais que um Entidade consegue percepcionar a partir da sua Escala de Mundo.

INTELIGÊNCIA RELATIVA é a capacidade da Entidade em perceber, prever e utilizar os fenómenos que ocorrem dentro da sua Perspectiva Relativa na sua Escala de Mundo. Assim, segundo este princípio todas as entidades são racionais e inteligentes nos seus respectivos referenciais de Perspectivas Relativas.

Deste modo, a Espécie Humana ou qualquer outra Entidade, somente consegue justificar os fenómenos científicos somente se estes forem totalmente função de Dimensões Reais (e não imaginárias) na Escala de Mundo dessa Entidade. A não ser que a Entidade seja suficientemente inteligente para extrapolar a sua perspectiva relativa utilizando dimensões imaginárias, i = (-1) ½, nos seus modelos matemáticos.

Princípio XIV – Empírico – O princípio da alimentação gravitacional:

As forças gravitacionais afectam a matéria porque é necessária uma força que conduza a matéria das Escalas de Mundos maiores para as Escalas de Mundos menores. Por exemplo, o interior do nosso Planeta Terra – que TEMOS de considerar uma Entidade viva pertencendo a uma Escala de Mundo muito superior à da espécie humana – alimenta-se directamente a partir da matéria que é transportada pela força gravítica, desde a superfície para o interior do Planeta.

Na superfície do Planeta existe uma actividade extraordinária suportada por uma estrela – o Sol no nosso Sistema Solar – que fornece a energia externa para catalizar as reacções químicas que sustêm e encadeiam, num permanente contínuo, a actividade vital à superfície do Planeta para acumular e transformar a matéria que irá alimentar o interior do Planeta.

De facto, o objectivo fundamental do Ciclo de Vida Cósmico de uma Entidade viva, como nós espécie humana, basicamente, é sustentar o transporte da matéria de escalas de mundos superiores para escalas de mundos inferiores e, consequentemente, alimentar o interior do Planeta Vivo chamado Terra.

Uma clara evidência deste princípio é o facto do diâmetro do Planeta Terra não parecer ter mudado drasticamente ao longo dos tempos, mas todos sabemos que o nosso passado e história se encontram enterrados por debaixo da superfície, do nosso Planeta. Assim, se pretendermos estudar o nosso passado, mais fundo teremos de escavar na matéria sedimentada em camadas bem por baixo dos nossos pés.

Princípio XV – Empírico – O princípio dos Pólos achatados:

Apesar das forças centrífugas serem superiores no equador do que nos pólos, o princípio anterior também justifica a razão pela qual o diâmetro do Planeta Terra nos pólos ser menor que o diâmetro ao nível do equador. O facto é que a energia solar chega mais fraca nos pólos Norte e Sul quando comparada com a intensidade do Sol no equador, como consequência, nos pólos, a vegetação e a actividade biológica é menor que no equador. Portanto, a acumulação de sedimentos é muito inferior à que acontece no equador. Esta é provavelmente a razão principal pela qual o Planeta Terra, regularmente, se vê obrigado a mudar as suas rotinas de rotação, precisamente para compensar a “cálvice” criada nos pólos e para manter o Planeta o mais esférico possível.

Lisboa, 10/Março/2006

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Dr. Fortunato Da COSTA
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(*) Dr. Fortunato Da COSTA, Mestre em Estudos Europeus pelo Instituto de Estudos Europeus, Licenciado em Administração Pública e Bacharel em Engenharia é Consultor Internacional Perito em Arquitectura Organizacional e Sistemas de Informação, Empresário, Professor, Formador, Orador em Palestras e Conferências, Escritor, Director da Fitini.NET ConsultinG, podendo ser contactado pelo e-mail: fitini@fitini.net. Visite: Fitini.NET ConsultinG

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